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Mulheres na TI - especial Mês da Mulher - Elaine da Costa

Entrevistamos algumas mulheres que fazem a diferença para o universo de TI e durante todo o mês da mulher iremos compartilhar com você os desafios e as oportunidades da área.

mulheres na TI

Neste post você vai ler:

1) Como Elaine da Costa, product manager delivery de um de nossos parceiros, começou na TI
2) Quais os maiores desafios
3) Mensagem de apoio para outras mulheres que querem entrar na TI
4) A relação da GX2 e as mulheres na TI

Siga em frente para a leitura.


1) Como Elaine da Costa, product manager delivery de um de nossos parceiros, começou na TI



Elaine trabalha na área de TI há quase 20 anos. Começou como desenvolvedora Java, depois atuei como analista de requisitos, líder de projetos, gerente de projetos e Scrum Master. Atualmente, estou à frente do time de Product Manager Delivery. Desde os meus 13 anos já sabia que queria trabalhar na área de TI, acha incrível todo o trabalho realizado até chegar na ponta final, que é o usuário.

2) Quais os seus maiores desafios enfrentados?



Elaine já sofreu na família alguns preconceitos, em que algumas pessoas quando souberam que iria fazer faculdade de Ciências da Computação falaram que “digitar no computador qualquer um faz”. E na faculdade, teve um professor que também era coordenador que falava em todas as aulas, desde o primeiro dia de aula, que mulheres precisam estudar muito mais para conseguir alguma vaga na área de TI.


3) Mensagem de apoio para outras mulheres que querem entrar na TI



Elaine destaca:  “A mensagem que sempre digo, independente da profissão,  da área que queira seguir, é importante pensar no que gosta de fazer, no que realmente você quer e não no que os outros querem ou falam. Se a gente ama o que faz, o trabalho flui muito melhor e mesmo que encontrem obstáculos, conseguimos ter o reconhecimento do nosso esforço”.


4) A relação da GX2 e as mulheres na TI


Segundo Elaine, a GX2 sabe respeitar a individualidade de cada pessoa independente de gênero.

“Em todas as oportunidades que tive em conversar com a equipe da GX2 sempre fui muito respeitada, não percebi nenhuma diferença no tratamento devido a um determinado gênero”.

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